Um conto incomoda muita gente…

Quando resolvi que escreveria fiquei pensando em como seria o meu estilo. Logo imaginei aqueles textos que sabem mostrar o ponto e são ‘superamorosos’ ao mesmo tempo. Ok, por mais que eu admire e ache os textos lindos tenho consciência que não escrevo assim. Imaginei então os textos de uma moçoila que adoro o trabalho, mas detesto o que ela escreve, seus textos são bastante agressivos (obviamente não vou mencionar o nome dela). Observando meu ponto atual, certamente alguns dos meus textos entrariam no segundo caso. Putz, exatamente o que eu rejeito estava mostrando uma faceta de como sou. Solução: “Não escrever! Yeah!” (só que não, já passamos dessa fase vide meu primeiro texto).

Fiquei pensando no assunto e pensar só me levava ao pensamento parar. Solução de verdade: fiz uma leitura (leitura energética). Através dessa leitura percebi que algumas questões eu deveria assumir meu posicionamento. Simples assim. Estava na hora de me posicionar sobre alguns temas, não precisava ser agressiva nem usar minha aquarianisse, mas deveria mostrar como era aquela questão para mim, o que EU penso sobre ela. Outras questões não seria necessário, eu poderia trazer como contos, histórias de “era vez…” que trariam uma mensagem.

Então escrevi alguns contos. Pouquíssimos para ser sincera. Surpresa surpresa foi descobrir que incomodaram. Um conto incomoda muita gente, dois contos… Recebi mensagens furiosas de pessoas que achavam que eu estava falando sobre elas. Em todos os casos eu não estava, sequer havia pensado na história delas (todas me autorizaram a contar aqui esse fato). A fúria de todas era apenas por terem se dado conta de seus padrões e isso ficou entendido após conversarmos.

Então percebi o poder do conto. Um conto pode não ter nada a ver com você de fato, mas ainda assim pode ser sobre você! Ele facilita a identificação com o padrão.

Então da próxima vez que você estiver lendo algo, seja você conhecido ou desconhecido, sim, isso pode e não pode ser sobre você! Estou escrevendo sobre os padrões, não sobre você! Mas deixo uma dica: observe os padrões da história e veja se algo te toca ou incomoda. O poder de mudar é seu, basta colocar consciência sobre o que acontece no presente.

“Era uma vez… três meninas que ganharam um espelho. Elas não gostaram do que viram. A primeira quebrou o espelho, a segunda bateu em quem deu o espelho, a terceira tomou consciência e mudou o que não gostou! Fim.”

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