Going clear on going vegan

Essa é a primeira conversa com animais que vou abrir publicamente. Não vou transcrever, mas contar resumidamente a conversa e o contexto. A foto e o nome do gato não será divulgada. Posso apenas dizer que o gato tem na vida real o nome de um mestre ascensionado. Essa conversa aconteceu em maio de 2016.

No momento que essa conversa aconteceu, eu participava de um retiro, onde conheci alguns gatos muito queridos que partilharam momentos muito especiais. Na época eu ainda não era vegana e nem vegetariana. Comia derivados de leite, peixes e ovos. Ignorava os peixes e acreditava na inocência do hábito de comer queijos e ovos.

Então um dia tivemos uma palestra após as orações especificamente sobre queijos. Eu fiquei horrorizada e não sabia como processar aquela informação. As informações me agrediram, me chocaram, me tocaram, me deixaram sensível e também reativa e eu não fazia ideia de como processar aquilo.

Após a palestra retornei para o meu quarto e fiz um pedido ao universo para ter esclarecimentos sobre o tema, pois eu não conseguia imaginar que um dia seria vegana e nem podia entender como aquilo poderia acontecer e como lidar com a questão.

No dia seguinte, logo que saí do quarto me sentei numa cadeira e instantaneamente um gato pulou no meu colo e então começou a dizer que ele estava naquele lugar há bastante tempo, o suficiente para observar os aspectos energéticos das pessoas e poder explicar algumas coisas sobre o veganismo.

Muito rapidamente me mostrou a imagem de diversos centros energéticos no ser humano e passou a falar sobre eles, mas eu pedi que ele simplificasse, pois estava indo muito rápido e algumas coisas eu não tinha nem referencia para entender. Então gentilmente ele simplificou para os centros energéticos mais conhecidos, os chakras. Explicou que a composição energética dos seres humanos fazia com que a vibração e as movimentações energéticas fossem diferentes de humano para humano. Assim com as pessoas tem dons e aptidões diferentes, a abertura e forma do fluxo energético para as pessoas também é diferente. Para exemplificar mostrou pessoas com uma facilidade energética com vibrações próprias do segundo chakra e outras com facilidade para vibrações do quinto chakra. Seguiu uma série de informações que não vou conseguir reproduzir pois só anotei os pontos principais da conversa, mas enquanto ia mostrando essas informações ele ia exemplificando.

Nesse momento eu estava feliz, achando que ele me falaria que cada pessoa tinha uma característica diferente e nem todos seriam veganos… tsc… Então captando esse pensamento, ele me mostrou que as pessoas iriam despertar (um dia) para um estado energético em que a comida não seria mais necessária. As pessoas poderiam comer como um ato de celebração ou como um ritual, um momento de comunhão no sentido mais profundo, de um ser se tornando um com o outro, ou ainda, comeriam para alinhar e harmonizar algo que saiu do eixo, a comida como um remédio. Para chegar nesse ponto, os humanos precisavam quebrar seus condicionamentos das coisas que eles já faziam e até mesmo quebrar as ideias de como eles achavam que as coisas deveriam ser feitas e deixar uma inteligencia maior fluir. Explicou que cada humano teria seu despertar por um dos chakras, ou seja, que cada um teria um despertar relacionado a um tipo de energia ou vibração, e que esse despertar iria transformando as relações internas e com o mundo. A partir dessa transformação, essa energia iria fluir para os outros centros energéticos, trazendo um despertar em cada centro energético, um despertar para cada tipo de vibração. Explicou (naquele momento para o meu desespero, dado o meu apego com queijos e hoje para minha total compreensão) que nem todos se tornariam veganos de imediato e nem deveriam, pois se o fizessem estariam partindo de uma filosofia mental e não de um despertar verdadeiro e que isso era válido para todas as outras filosofias e teorias, que precisavam vir de dentro e não do exterior. As pessoas poderiam receber informações externas e isso até poderia causar o despertar interno, mas que se apegar numa ideia as vezes impedia que o verdadeiro despertar dela interior acontecesse.

Enquanto ele transmitia esses conceitos, ia mostrando uma onda de cores partindo de um chakra e indo para o outro e assim sucessivamente, mas sem ser numa ordem linear e isso acontecendo de forma diferente para cada humano. Enquanto essas imagens aconteciam, ele disse que meu caminho seria muito em breve o do veganismo, apesar de eu não acreditar, mas que até que esse despertar acontecesse que não precisava me preocupar, porque havia outros despertares necessários antes desse, mas que eu precisava começar a ficar atenta e consciente para o que eu estava fazendo, que poderia optar por comer algo, mas eu deveria saber o que acontecia para que aquilo chegasse à minha mesa. Isso fazia parte do processo da tomada de consciência, saber o que eu estava optando.

Continuou falando dos diversos despertares e mostrou uma caracteristica de apego do ser humano que dificultaria o processo. Não só o apego ao passado, mas o próprio apego em cada despertar. Mostrou cada ser humano despertando por um chakra e esses humanos se ligando nas ideias desses despertares com tanto apego que passariam a ficar totalmente fixados naquele novo foco e não deixariam a energia fluir para os próximos centros trazendo o despertar desses outros centros. Foram dados exemplos em muitas áreas, mas como estamos falando de alimentação, que era o meu conflito no momento que gerou toda essa conversa, ele me mostrou pessoas que despertaram para o veganismo e ficaram presas aos ideias e esqueceram de deixar fluir a energia para os demais processos de tomada de consciência sobre outras questões da alimentação ou até mesmo outras questões que já estariam prontas para despertar em outros temas (vibrações).

Mostrou também que esse despertar, poderia acontecer em um centro energético de cada vez, ou em vários e mostrou diversos movimentos e fluxos de energia. Eu notei que estava ficando sobrecarregada com a quantidade de informações, apesar de estar amando aquela conversa. Então nesse exato momento senta uma pessoa do meu lado e o gato simplesmente pula e vai perseguir um camundongo, me deixando cheia de perguntas, mas antes que eu pudesse formular uma única pergunta e apesar do retiro se passar em silencio, o homem que sentou ao meu lado diz: “Bom dia. Sabe que eu li uma canalização de um mestre ascensionado (por uma sincronia maravilhosa o mesmo nome do gato) que dizia que cada pessoa passaria por movimentos diferentes, nem todos precisam se tornar veganos de uma vez, alguns precisam passar por outro tipo de movimento energético antes.” Com o queixo no chão e emocionada com toda a confirmação, agradeci o homem por ter quebrado a regra do silêncio e para manter o silêncio fui feliz fazer minha caminhada em plena gratidão!

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