Realidade: loading…

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Essa leitura foi de um cãozinho, R., como sempre não vou identificá-lo, que pouco quis conversar sobre os aspectos da espécie ou suas experiências de espécie. Era um cãozinho muito focado e muito ciente do seu propósito nesse plano. As leituras e conversas com as outras espécies é sempre surpreendente. Podemos receber desde informações e questões vivenciadas pela espécie, mas também questões que se colocam muito além da condição da espécie. Para aqueles que ainda não conseguem sentir os animais e as outras espécies com essa capacidade de consciência, sugiro que abram um espaço de dúvida no ceticismo ou utilizem essa informação como uma fonte de reflexão. 🙂

Essa conversa não apenas fortalece a noção dos vários níveis de consciência das diversas espécies, mas também traz reflexões muito importantes que todos deveríamos fazer sobre o que chamamos de “realidade”.

Um dos aspectos mais significativos que R. mencionou foi a forma como os humanos concebem a realidade. Mencionou o uso do cérebro para a conversão dos sinais que recebemos pelos nossos sentidos e a partir desse ponto cristalizamos a chamada realidade. R. menciona que acha isso muito curioso, já que para cada sentido (visão, audição, tato, olfato e paladar) haveria uma faixa vibracional muito extensa e que os humanos só captam uma pequena parcela. Juntando tudo o que os humanos captam, R. afirma que temos uma porcentagem muito pequena da realidade convertida em nossos cérebros, mas sobre essa pequena parcela do que captamos ousamos dizer que aquilo é a realidade.

R. também menciona que nossa ciência é muito rudimentar, pois muitas vezes criamos métodos e tecnologias que servem apenas para comprovar a parcela da realidade que vemos ou no máximo um pouquinho além.

R. afirma que tem uma função de observador e vem ajudar a família da qual ele faz parte a expandir as capacidades de percepção da realidade. Ele diz também que nós humanos temos uma percepção tão diminuta da realidade, mas ainda assim nos colocamos num papel de superioridade e arrogância em relação a outras espécies, inclusive as espécies que tem uma capacidade de percepção e compreensão da realidade muito superior a nossa (na percepção dele, quase a maioria das espécies) e a gente aprenderia muito se parássemos para olhar e ouvir as outras espécies. Então ele fala da telepatia, que diz que os humanos consideram algo muito surpreendente, mas é apenas a percepção e a captação de faixas que estão um pouco além das que nós captamos, não é algo sobrenatural ou espiritual, apenas uma faixa mais expandida.

R. ainda mostrou sua percepção sobre os chakras e centros de forças dos humanos e trouxe uma mensagem de que os humanos precisam parar de perder tempo com  que não importa que devem expandir suas capacidades nos próximos dois anos e parar de achar que a realidade é isso que acreditam ser realidade. Para ele todos os nossos sentidos combinados não captam mais do que 20% da realidade e está na hora de nos abrirmos para mais.

E no fim, diz que como espécie é muito feliz!

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