A cura na natureza

Essa é a lição de A., uma cadelinha que veio trazer a percepção sobre os relacionamentos humanos e a natureza.

A. explicou que enxerga filamentos de energia ao redor dos humanos como se fosse um campo energético, vasos que trabalham a fluidez da energia. Quando os humanos se relacionam com qualquer coisa, esses filamentos ou formam outros filamentos, ou se juntam para trocar informações. Todas as relações criam campos conectados.

Ela mostrou, na visão dela, que por vezes esses filamentos estão desconectados, bloqueados e até mesmo como se tivessem em curto. Isso pode acontecer nos filamentos dos campos individuais ou até mesmo nos relacionamentos e mostrou que a natureza, diferente da cidade, seria capaz de ajudar na cura desses relacionamentos ou desses campos e que ao contrário, as cidades podem intensificar o problema.

Para ela a questão da sensação de solidão é um aspecto muito importante e mostrou que os humanos estão em constante sensação de solidão e de se sentirem sem respaldo e sem apoio. Mostrou a solidão inclusive nos casais e nas famílias. Os filamentos que ela enxerga nesses campos energéticos são bloqueados, rompidos, fragmentados e isso dificulta ou impede das pessoas se relacionarem. A informação e a energia não fluem e as pessoas ficam cada vez com mais dificuldade de se relacionar.

Ao descrever a forma de cura, mostrou as pessoas em contato com a natureza, seus campos de energia entrando em contato com os campos das flores, árvores, ervas, etc., e esses campos se fundindo e os filamentos sendo alinhados, desbloqueados e harmonizados pelas plantas (principalmente). Ao mostrar os filamentos de duas pessoas com o relacionamento (seja da natureza que for o relacionamento) em desarmonia, mostrou os campos da natureza se fundindo e harmonizando os filamentos e os campos individuais e do relacionamento e depois se desvinculando. Mostrou que pode ser um processo de uma única vez ou pode ser necessário vários contatos com a natureza.

A. falou que as pessoas precisam estar mais em contato com a natureza e se abrir para essa cura. Ela disse entender que apenas esse contato não basta, que as pessoas precisam querer e se abrir e tomar consciência dos processos, mas sua incompreensão é o motivo das sociedades ficarem presas às cidades que não tem energia para harmonizar, mas fragmentam ou drenam os filamentos e acabam por desarmonizar. Sua dificuldade estava em compreender o motivo das pessoas não acessarem mais a natureza, se lá elas podiam se restaurar e harmonizar ou até mesmo se curar ou curar seus relacionamentos.

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