Massa cinzenta

Conversei com uma gatinha hoje que não estava nem um pouco interessada em me contar suas questões como espécie. Ela disse: “estou bem como gata, mas tenho muito mais coisas importantes para falar e fazer nessa existência, então você pode se concentrar?” Recado dado, me concentrei e essa é uma parte das lições de P.

P. é uma gatinha especial que veio ajudar seu humano com questões ligadas à transformações. Consciente dos processos pertinentes ao seu guardião, trouxe muitas informações sobre processos que seu guardião estaria passando e como ele influenciaria outras pessoas a fazerem transformações de vida das mais diversas.

P. se mostrou muito irritada com a comunicação em vários momentos. Ela disse que as informações nesse plano não fluem de forma direta. As informações precisam passar por uma “geleca” energética, é um processo moroso e as vezes chega entrecortada e precisa ser repetida até chegar de forma direta.

Nesse ponto, de fato as informações estavam lentas e difíceis, então pedi que ela me mostrasse um pouco mais do processo. P. então falou que ela percebe os humanos não querendo definir coisas, sentimentos e vontades, então eles se enganam sobre as definições, que em algum lugar , ainda que de forma não consciente, existem. No entanto, enquanto tentam se enganar ou protelar expressar suas definições, criam uma massa gelatinosa energética que vai impedindo a comunicação clara. Essa massa acaba criando um sistema que dificulta não apenas a expressão, mas a recepção da informação. Só que se não bastasse isso, quase todos os humanos fazem isso, criando várias massas gelatinosas pelas quais a comunicação não flui.

P. mostrou a dificuldade das informações serem transmitidas, chegarem num receptor e serem recebidas. Isso é muito irritante para ela, porque segundo ela, isso só existe porque evitamos nos posicionar e definir coisas. Então falou da telepatia, como querer usar a telepatia se não queremos definir, transmitir ou receber? A telepatia não é um jogo de palavras ou semântica, são energias transmitidas de forma direta, não dá para ficar na área cinzenta.

Nesse momento, já havíamos vencido a barreira das massas gelatinosas e P. estava feliz falando de forma muito rápida dos processos de seu guardião. Explicou sobre a egrégora espiriual que acompanha seu humano e disse que ela faz parte desse grupo. E quando fiz uma das minhas perguntas humanas ( chamo de perguntas humanas aquelas que só falta os animais virarem os olhos e encerrarem a conversa) perguntei o motivo dela estar como um gato. A resposta veio com aquela energia de “não é óbvio???”, mas ela gentilmente explicou que alguém precisava estar aqui nessa dimensão para dar apoio ao guardião e ela não ia vir como humana e ter que passar pelos processos humanos, além do que poderia perder a memória, ter as questões de comunicação e principalmente porque como gato ela estaria pronta em menos de 1 ano e como humana não.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s