10 minutos

Hoje ensinei uma garotinha a se comunicar intuitivamente em 10 minutos. Bastou ela entender onde as emoções se formam e onde as imagens mentais se formam e saber que ela poderia ser comunicar com outros reinos para “aprender”.

Todos nascemos com capacidade de nos comunicar em vários níveis, mas aprendemos a esquecer de usar outros centros de comunicação com o mundo. Visão remota, telepatia, comunicação intuitiva, leitura de energia, não importa o que seria, todos nós temos essas capacidades, mas nunca nos disseram que nós tínhamos… então com conceitos, padrões, televisão, alimentação, crenças errôneas e outros.

Estimulamos crianças acreditarem em mentiras como fada dos dentes, mas dizemos que é mentira os amigos imaginários, visões ou conversas telepáticas que elas realizam… já pensou como é forte para as crianças saber que você alimentou uma mentira que parecia uma brincadeira gostosa para você, mas que para ela era realidade, algo muito sério e de repente descobrir que os adultos que ela mais ama e confia mentiram para ela? As crianças perdem a confiança e ficam confusas a respeito da imaginação/ realidade e passam a acreditar que qualquer coisa não visível é uma mentira/ pegadinha que os adultos estão fazendo com elas. Além disso, constantemente dizemos para elas não acreditarem em coisas que nós não vemos, que é só a imaginação delas…

Criamos pessoas desconectadas dos seus sentidos e que por isso acreditam que a comunicação é difícil ou não conseguem. Para uma criança, basta ela confiar em quem está ensinando e rapidamente ela acha seu centro de poder e consegue se comunicar.

(Gatilho no próximo parágrafo) Tratamos de forma muito inadequada os outros reinos gerando muito sofrimento. Sem respeito, sem empatia, principalmente o reino animal. É muito difícil uma comunicação verdadeira sem respeito em qualquer tipo de comunicação!


Foram 10 minutos explicando algumas coisas e a garotinha falou com um cachorro, um pé de boldo, um pé de manjericão, uma árvore, uma ceboleira, descobriu que o manjericão queria ser podado e não gostava de estar caído, descobriu como cuidar de si com a ajuda do boldo, descobriu onde queria estar o vaso da cebola, descobriu que a cachorrinha gostava mais da mãe dela do que dela (ops… as vezes nem toda pergunta deveria ser feita) mas consegui falar com a cachorrinha e pude explicar para ela que de fato a cachorrinha via na guardiã (mãe da garotinha) quase uma mãe, alguém necessária a sua sobrevivência e na garotinha quase uma irmã… Em 10 minutos ela descobriu algo tão natural, um direito inato a sua existência! E agora basta que o mundo não a bloqueie para que siga uma comunicação natural, claro que como toda comunicação precisa de amadurecimento e polimento, mas que todos somos capazes de ter!

Toda a comunicação eu fui confirmando, e de fato foi muito precisa. A única pergunta super pertinente que ela me fez foi se era necessário estar perto da cachorrinha para falar com ela. Já com as plantas, eu não falei nada, mas ela já achou uma forma de se comunicar não tocando diretamente. Tudo isso veio do coração dela, da sabedoria maior que existe em todos nós e que de pronto já aflorou em apenas 10 minutos de tutoramento…

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